terça-feira, 28 de abril de 2015

Coloral se mostra indignado com o que deve acontecer sobre a não rejeição de contas do atual prefeito.


"Devem estarem esperando o melhor momento os vereadores da Casa Inácio Viterbo de Araujo (Câmara de Vereadores de Jataúba) para o processo de prestação das contas do atual prefeito, referente ao exercício 2007, cujas, o Tribunal de Contas (TC) recomenda pela a  sua total rejeição seja aprovada." resumiu Coloral, famoso apreciador de destilados.


Entre uma bicada e outra ele ainda disse:

Uma corrente de ódio se formou contra mim porque decidi trazer à luz o pensamento vivo de Riva Cabeleireiro, expondo os motivos por que acho que as contas serão aprovadas pelos vereadores.
 
A boçalidade toma conta do debate. Há cretinos dizendo que estou tentando censurar as pessoas e impedi-las de pensar isso ou aquilo. Uma ova! Elas podem pensar o que lhes der na telha, e eu tenho o direito de dizer se acho que elas devem ou não aprovarem as contas do Bode Rei.
 
Expus um texto em que mostram que alguns vereadores da oposição flertam com a aprovação das contas, que ela considera um “jugo”. Mas ainda falta muita coisa. Há outras teses exóticas embutidas (sem trocadilho) por ele, além dos direitos de encherem o rabo.
 
Ora, que mal há em cobrar que um vereador ao plenário arque com o peso de suas ideias? Que eu saiba, nenhum! Eu não dou bola para correntes do ódio.
 
Não é verdade que o cargo de vereador é irrelevante para as questões sobre corrupção. Já vimos, por muitas  vezes, darem interpretações a textos legais que se distanciam do que está escrito.
 
O flerte de alguns vereadores da oposição com a aprovação das contas referente ao exercício 2007, cujas, o Tribunal de Contas (TC) recomenda pela a  sua total rejeição não traduz tudo de que eles são capazes. Na madrugada, vem mais.
 
“Ah, Coloral quer agora se meter no voto dos vereadores…” Eu não! Cada um faça o que quiser e arque com as consequências. Não ofendi o Bode Rei. Não o xinguei. Não o desqualifiquei. E nem estou sendo ofendido, xingado e desqualificado por ele, apenas pelos seus baba ovos.
 
Isso demonstra um padrão de debate. Não é o meu. Eu só não quero na câmara um simpatizante de teses exóticas, que destroem a noção de corrupção. Que mal há nisso? Ele tem o direito de querer destruí-la, e eu tenho o direito de querer preservá-la. Agora se me derem licença vou tomar 'meia ota'.